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Crônica

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Edição no Século 21

Por Alcendino Neto *
(7º período - jornalismo UNI-BH)
alcendino@gmail.com 

Fazer um jornal, atualmente, já não é uma tarefa das mais fáceis. A diminuição de leitores cada dia mais toma grandes proporções. Afinal, quem prefere comprar um impresso, grande, de difícil manuseio, sendo que há a opção de se “informar” através de um similar no formato “trablóide”. Outro fator da diminuição, são as opções de mídia. Hoje, não é necessário folhear e sujar as mãos para obter notícias do dia anterior, assistir noticiários televisivos, ouvir no rádio (que é mais rápido que a TV) ou mesmo optar pela internet, que atualiza suas notícias a cada segundo.

O público consumidor de jornais no Brasil possui um nível de escolaridade alto. Por este motivo, parte dele migrou para os outros meios de comunicação. Outro fator que impede o crescimento do impresso é o novo público. Os assinantes de periódico têm, em sua maioria, mais de 40 anos de idade, habituados à leitura deste material. E o “novo consumidor” esta perdendo o hábito da leitura de informação, no impresso e optando pela internet e outros meios.

Uma boa tática mercadológica, é atrair os jovens e resgatar antigos leitores, e claro, manter os atuais. Para isso acontecer, a medida de reformular o projeto editorial e gráfico dos jornais é necessária. Os títulos devem ser atrativos e explicativos; as infografias coloridas e informativas, as artes do jornal também devem acompanhar mudanças (visualmente falando), além de passar a informação de forma curta e clara. Assim, a diagramação do impresso deve acompanhar as mudanças, para atrair.

O jornal deve conversar com o leitor, e não só estipular números e fatos. E quando der uma opinião da empresa, deve deixar bem clara qual é a intenção, para não gerar dualidade na informação.

 


* Alcendino Neto é estudante do 7º período de jornalismo no Centro Universitário de Belo Horizonte. Tem especial interesse por histórias do cotidiano, artes e cultura.