A Casa do Lago (2006)
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Sinopse
Alex é um arquiteto frustrado que resolve comprar a casa na qual ele viveu com sua família quando pequeno. Ao fazer a mudança encontra na caixa de correio uma carta, que aparece ser escrita pela moradora (Kate) que antecedeu Alex, mas o problema é que a moradora diz coisas sobre a casa que só passam a fazer sentido depois, pois as coisas só passam a acontecer com o Alex morando na casa e eles acabam por descobrir que cada um está vivendo em um tempo distinto. Alex vive no ano de 2004 e Kate no de 2006.
Ficha técnica:
Título Original: The Lake House
País: Estados Unidos
Gênero: Drama
Direção: Alejandro Agresti
Elenco:Keanu Reeves, Sandra Bullock, Shohreh Aghdashloo, Christopher Plummer, Ebon Moss-Bachrach, Willeke van Ammelrooy.
Duração: 105 minutos .
Distribuidora: Warner Bros.
Site oficial: http://wwws.br.warnerbros.com/thelakehouse/
Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=xM6VhP2Xd9o
Sim, ficou interessante e combinou.
Não, seria bem mais moderno pela internet.
A comunicação por sonhos combinaria mais com o enredo.
Eles poderiam ouvir apenas a voz um do outro sem se verem.
Romance surpreendente
Um filme emocionante para os amantes desse gênero.Luciana Xavier (7º período Unibh)
lucianamx@gmail.com
A Casa do Lago é um filme de romance diferente e interessante. Um enredo que surpreende e faz pensar. Uma refilmagem de um filme sul-coreano chamado Siworae. O título original é ‘The Lake House’ o que corresponde ao brasileiro. Um filme americano, lançado 2006 com direção de Alejandro Agresti. Dois atores que não contracenavam juntos desde 1994, Keanu Reaves e Sandra Bulock. Um casal bonito, que ganha à simpatia dos espectadores nesse melodrama.
Arquiteto frustrado, Alex resolve comprar a casa na qual viveu com sua família quando pequeno. Ao fazer a mudança, encontra na caixa de correio uma carta, aparentemente escrita pela moradora (Kate) que antecedeu Alex. Ela diz coisas sobre a casa que só passam a fazer sentido posteriormente, pois as coisas só passam a acontecer com o Alex morando na casa e eles acabam por descobrir que cada um está vivendo em um tempo distinto. Alex vive no ano de 2004 e Kate no de 2006.
No decorrer da história, eles se correspondem cada vez mais e percebe-se que até para eles essa é uma coisa fora do comum, afinal não é todo dia que eles tem a oportunidade de se corresponderem com outras pessoas de outros tempos. Mas eles se acostumam e passam até a gostar dessa troca de informações, e por fim acabam por se apaixonar. Acontecem vários contratempos que os impedem de se encontrar, mas, isso não modifica a vontade de que isso ocorra. São esses empecilhos que fazem com que o espectador fique preso à história, torcendo pelo casal.
No decorrer do filme, pode haver um pouco de confusão se o espectador se dispersar do enredo, fazendo com que o final não faça sentido, mas isso não é um grande problema, porque em minha opinião o final dele é lindo e acaba por levar os mais emotivos às lágrimas.
Mesmo antes de ver o filme. o cartaz já faz ter uma idéia do que vai retratar, mostra os dois atores principais, mas cada um envolvido com uma cor de luz, demonstrando a separação de ambos por algum motivo. A luz dá uma interpretação divina, como só um milagre para poderem se encontrar.
O filme dá certa angústia no espectador, pelo fato de Alex e Kate não conseguirem se ver, e só se comunicarem através de cartas. Mas, a cenas em que os dois aparecem em primeiro plano, bem próximo e falam em voz alta dão a impressão de estarem conversando, mas não estão. Isto causa certa confusão.
É muito interessante essa aparição de ambos, eles não poderem se ver e o espectador sim, pois a vontade de quem assiste é imensa que os dois estejam juntos, que acaba aparecendo que estão. Como cenas no restaurante, parque, no correio etc. Mas o fato é que eles precisam estar no mesmo tempo para poderem se encontrar.
Mesmo que seja um filme surreal e atemporal, o impacto que causa nos amantes deste gênero é de choro, riso, esperança e suspiros. Com o carisma e a beleza dos atores, há uma identificação com a história, principalmente das pessoas que gostam dessa era da internet, de encontros virtuais, mas no caso do filme é por cartas. Em alguns momentos, a história se torna monótona, pelo fato de seus encontros por cartas, mas logo te prende de novo. É o tipo de filme que você ama ou odeia.
Uma trilha sonora muito bonita, principalmente quando é tocada a música de Paul McCartney, This Never Happened Before. Alejandro Agresti mostra uma direção ao mesmo tempo fluida, um pouco confusa, que força o espectador a pensar, principalmente por ter incógnitas no decorrer do filme. Ele trata o longa com altura e não como mais um romance comum, o que faz toda a diferença.Vale a pena ver, uma reflexão sobre a vida em que tudo tem um tempo certo e a hora certa para acontecer. É só sabermos esperar.
CuriosidadesKeanu Reaves e Sandra Bulock não contracenam juntos desde 1994 no filme “Velocidade Máxima”.
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